Tecendo ideias

Rosely Sayão: os pais andam obedientes demais

Por que há tantas questões sobre como criar um filho?


 Rosely Sayão: os pais andam obedientes demais

 Quando termina suas palestras em alguma escola, a psicóloga Rosely Sayão precisa de ajuda para sair com tranquilidade do prédio — costuma ser cercada por dezenas de pais, cheios de perguntas adicionais às respondidas no palco, a respeito de dilemas na própria casa. Formada pela PUC de Campinas, ela se tornou a mais conhecida referência em questões de família no país. Boa parte da projeção se deve ao trabalho na imprensa, desde que começou a escrever sobre sexo no extinto jornal Notícias Populares, há quase três décadas, e logo depois na Folha de S.Paulo, da qual se despediu há duas semanas, para se dedicar ao público de VEJA — ela assinará uma coluna mensal na revista a partir da próxima edição e apresentará um programa semanal no site em que responderá a questões enviadas pelos internautas, algo semelhante ao que faz na rádio BandNews FM. Aos 67 anos, Rosely vive em um condomínio tranquilo em Sorocaba, a cerca de 100 quilômetros da capital paulista, e mantém-se atuante em consultório e no atendimento a colégios e grupos de pais. Da própria experiência pessoal — é mãe de um casal, de 38 e 42 anos —, a principal conclusão é que os adultos vêm tornando a paternidade mais complicada nas últimas décadas. “Eu trabalhava fora, deixava os dois com a empregada e nunca sentia a menor culpa por isso, como se tornou comum atualmente.” A seguir, sua entrevista.

Por que há tantas questões sobre como criar um filho? As pessoas perderam a noção do que é uma criança. Se ela pergunta o que há na barriga de uma mulher grávida, podemos dizer apenas: um bebê. As famílias, porém, se cobram tanto que já querem explicar como o bebê entrou, como vai sair, o namoro do papai e da mamãe. Não se dá mais a resposta “quando você crescer, vai entender”, que em geral satisfaz as crianças. Outro sinal da dificuldade de lidar com a infância é que os pequenos têm agenda de adulto, cheia de cursos e responsabilidades.

 


Fonte: http://veja.abril.com.br/educacao/rosely-sayao-os-pais-andam-obedientes-demais/


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